PINTURA

As pinturas constituem linhagens muito próprias, que ora se sucedem como as estações, ciclicamente retornando, ora surgem de repente.
Inúmeras técnicas (óleo sobre tela e madeira, aquarela, grafite, bico de pena, pastel seco, acrílico e texturas, inclusive em papier mâché) e temas diversos, cujo sutil denominador comum é a Luz nossa de cada dia.

Os símbolos sempre presentes, literais ou figurados, em sua linguagem viva e perene da experiência humana.

A cor é o instrumento, a ferramenta, a morada da Luz...

Matizes e brilhos brincam, pululam e cambiam sem cessar. Refletem e espelham a criação emanando, incessantemente, a fonte única, tudo que é...

Em tremeluzentes nuances infinitas, a Luz está aí, nascendo, morrendo e renascendo, sempre a mesma e nunca a mesma, nova e imortal, simples, poderosa, universal, penetrante e até terrível, por vezes, em raios, trovões e tempestades. O Sol e a Lua exteriores projetam nossos sóis e luas interiores, eternos, imperecíveis faróis na impermanência, símbolos e essência.

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